terça-feira, março 08, 2011
Não consigo ver a maldade.
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Heartbreaker.
domingo, janeiro 09, 2011
Onde e quando gostaria de estar.
sábado, novembro 20, 2010
Quotidiano com 'qu'.
terça-feira, novembro 16, 2010
Fobia.
domingo, outubro 03, 2010
Chocolates, rosas e vinho tinto.
O dia amanheceu cinza, o ônibus cheio e a mente flutuante. Mirando o horizonte, via o desenrolar de um filme mental incrível, repleto de particularidades que poderiam, ainda, torna-se lembranças. As avenidas pulsavam com a pressa dos veículos, a poluição visual cuspia proganda política aos olhos, transeuntes conversavam, crianças uniformizadas andavam. E eu, não...
Ia, sem pressa; Via, em nada associava; Dialogava, no mais completo silêncio; Diferente, no mesmo padrão... Permaneci nesta inércia aparente, embora sentisse algo diferente. Talvez apenas o tradicional anseio que precede algo diferente/trabalhoso (tipo algebra), mas acredito que não. Quando tendo a preocupar/importar-me com algo, ponho 'tudo' em outro contexto que seja superior (o que não é um desafio) e confiro o quão triviais são estes obstáculos diários e o quão fúteis são a maioria das pessoas (obviamente, não me excluindo). Vendo assim, todo o cotidiano torna-se uma enfadona jornada; nem tanto, o aproveitar da viagem (invés ao da chegada) caracteriza os satisfeitos com a existência (os ditos felizes); mas... Algo é preciso.
Há algo que chama a atenção na riqueza adquirida e algo que seduz na pobreza voluntária; algo mágico no mar e no ar, no deslizar, no fluir, no meditar, no esclarecer e, especialmente, há algo especial lá, onde quer que seja. É claro! A mesma conclusão por outro caminho. Começo a entrar na marcha homogênea e, abruptamente, venho ao mesmo ponto (aparente); 'embora sinta algo diferente'...
E o título..?! Ah, isso é outra história...
domingo, setembro 19, 2010
Anotações de um acampamento solitário.
Florianópolis, 26 de junho de 2010. .
Saí, enfim saí. Para todo lado está nublado, espero que o tempo ajude-me...Não sei bem para onde, ou o porque; mas estou indo... .
(...)
CONSEGUI! Hahaha!
Há uma fogueira estralando e estou protegido do vento sob este teto de poliéster. I made it! Pena o céu estar parcialmente nublado por eu não poder admirar as estrelas longe da poluição luminosa da cidade. Cerca de três horas depois de ter deixado a Praia da Armação para trás, cheguei na Lagoinha do Leste. Não dá para escrever muito mais, está muito escuro; minha fogueira é pequena. As primeiras (estrelas) que avistei foram Alpha e Beta do Centauro, logo depois o cruzeiro. A lua está maravilhosa! Totalmente cheia e, ainda a pouco, estava tão laranja quanto o meu fogo! Estou vivo! Boa noite!
(...)
Bom dia!
Levei alguns sustos infundados, mas dormi muito bem. A trilha que leva do Matadouro (Armação) até a Lagoinha é relativamente puxada e cheia de vizuais espetaculares. Montei acampamento em uma clareira da restinga; nem muito próximo da praia nem na beira da Lagoinha.
(...)
Lembrar é reviver internamente; e viver é o que fazemos quando não estamos pensando nisso.